E quando fazemos algo que nos dá prazer mas que nos destrói? E não conhecemos outra maneira de ter prazer.
E quando não nos conseguimos apaixonar por aquilo que gostamos de fazer?
A concretização de sentimentos, cheiros, cores, sabores, sons, texturas e espaços do meu mundo concreto, a caneta, para o nosso mundo abstracto, a folha de papel. Assim construo desenhos.
E quando fazemos algo que nos dá prazer mas que nos destrói? E não conhecemos outra maneira de ter prazer.
E quando não nos conseguimos apaixonar por aquilo que gostamos de fazer?
A revolução industrial, a categorização das ciências e das artes, a categorização e sectorização da vida humana. A classificação, tudo foi classificado no século xix, de certo e de errado, de bem e de mal, arte e arquitectura, família, homossexuais. Tudo carregado de juízos morais. Tudo etiquetado.
A revolução industrial, ode à máquina, eleva a exigência humana para uma exigência uns dos outros em que falhas não são admitidas, como se de uma máquina nos tratássemos também.
Como digerir isto? Como não classificar de mau, podre e negativo algo que eu condeno por ter classificado outras coisas e pessoas?
Sim, o séc.xix também tem coisas boas, como as primeiras medidas de saneamento básico.
Hoje lembrei de me perguntar porque raio uma das principais avenidas da capital se chamaria Fontes Pereira de Melo, quem foi o senhor e o que fez para merecer tamanho destaque?
Eis que a wiki me conta que:
António Maria de Fontes Pereira de Melo (Lisboa, 8 de Setembro de 1819 — Lisboa, 22 de Janeiro de 1887) foi um dos principais políticos portugueses da segunda metade do século XIX. Era filho de João de Fontes Pereira de Melo que foi governador de Cabo Verde por duas vezes. António Maria nunca foi governador de Cabo Verde mas foi eleito deputado pelas ilhas, o que foi o primeiro passo para uma brilhante carreira política.
Depois de um período de agitação política que marcou a primeira metade do século XIX, teve início em 1851 uma nova etapa da monarquia constitucional portuguesa.
Esse período foi chamado de Regeneração, pois os governos tentaram recuperar o atraso em que Portugal vivia em relação a outros países da Europa, através da modernização da administração e do desenvolvimento económico do país. No primeiro governo da Regeneração foi criado um novo ministério, o das Obras Públicas, do qual Fontes Pereira Melo se encarregou.
Fontes Pereira de Melo aumentou o número de estradas, construiu o primeiro troço dos caminhos-de-ferro, que ligava Lisboa ao Carregado, iniciou a construção de outros dois caminhos-de-ferro (Vendas Novas e Sintra) e montou a primeira linha telegráfica.
Além dessas obras, iniciou a revolução dos transportes e das comunicações inaugurando carreiras regulares de barcos a vapor, os serviços postais e as redes telefónicas.
Agora leio: Estás num bom caminho.
Boa, precisava mesmo de ouvir isto! :D
Apesar dos senhores de barba morena que o Silvestre publicou no blogue dele, para mim, esta é a melhor imitação.
Este fim-de-semana pareceu-me muito produtivo, dormi imeeenso! Estive com Amigos com que não estava há muito tempo, conheci pessoas novas. :)
Dos Amigos posso dizer que Amor gera Amor. Ofereço-me, ofereço carinho e boa-disposição, e tenho o retorno disso. Ofereço carícias, e tenho o retorno. Amo-os, e senti-me amado em volta, e esta reciprocidade gera em mim mais Amor e mais carinho, que ofereço e é novamente retornado.
Esta é a família que construo, e estes são dos desenhos mais bonitos que possuo. :]
Ainda nem me dei ao trabalho de ver a letra, mas a musicalidade interessou-me. Esta é claramente uma peça de partilha :)